Turnê da existência: entre o presente e os próximos shows

Abril chegou, e com ele aquela velha sensação de "meu Deus, o ano está voando!". Sério, parece que foi ontem que a gente estava estourando espumante e fazendo promessas fitness que duraram menos que um solo do Keith Richards. Março foi intenso: trabalho, correria, aprendizado, risadas e, claro, aquele resquício de diversão pra não dizer que a vida é só boleto e deadline.

Falando em diversão (ou algo que se aproxima disso), essa semana rola a Convenção Nacional de Vendas na empresa. Evento de gala, energia lá em cima, todo mundo dando o sangue pra fazer acontecer. Meu trabalho nesse projeto incrível é cuidar de toda a identidade visual do evento, criando o conceito visual e o desdobramento de todas as peças gráficas. Tá ficando lindo, e a ansiedade é real!

Engraçado como o trabalho ocupa um espaço tão grande na nossa vida, mexendo com as nossas emoções de um jeito doido. Passamos oito horas por dia com os colegas, às vezes mais tempo do que com a família. Eu curto trabalhar, gosto do que faço, mas quando algo dá errado, bate aquele gosto amargo de turnê cancelada. A sorte é que sempre dá pra recalcular a rota e seguir o show. (Essa semana estou escrevendo como se fosse um astro do rock no ostracismo, vivendo de lembranças, mas a verdade é que o único instrumento que sei tocar é o "play" do Spotify).

Ultimamente, tenho pensado muito sobre o futuro. O que eu quero entre os 40 e 50 anos? Hoje estou com 37, e a cabeça roda mais que vinil em toca-discos antigo. O futuro é incerto, e por mais que eu tente viver no presente, algumas preocupações batem na porta sem avisar.

No fim, a vida é um grande palco, cheio de improvisos e viradas inesperadas. A gente pode até criar roteiros mirabolantes, mas sempre tem aquele plot twist que joga tudo pra cima. O que eu sei é que, apesar de querer mais da vida e da carreira, hoje vivo uma realidade que, lá atrás, eu sonhava em ter. E isso é algo para agradecer.

Mas também é hora de seguir evoluindo. Não adianta só tocar os hits antigos; uma hora a gente precisa compor material novo, e essa parte é difícil pra caramba. Pelo menos pra mim.

Por hoje é isso, pessoal. O show não pode parar.

Abraço do TH.

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